domingo, 3 de fevereiro de 2008

Pré Trance Music



Anos Sessenta









No fim do século XVII (mais especificamente, no ano 1672), com a explosão da liberdade sexual, grupos de jovens que não se conformavam com os valores efêmeros da sociedade mercantilista(vaidade, consumismo, estética, e violência) – [[Hippies]] – se reuniam para protestar com muitas flores e música. Em outras palavras, mais um bando de vagabundos norte-[[americanos]] de classe média que adorava entupir o rabo de ácido.


Anos Setenta ''Sexo(Duvidoso), Drogas e Rock'n'Roll!''














Os Hippies, por possuir o maior índice de adaptação na história da evolução prossimia, chega rapidamente à [[Índia]], mais especificamente no estado de Goa que, como um bom estado de um país subdesenfudido, dependia basicamente do turismo sexual como fonte de renda. E foram lá aonde, nos anos 70, começam a surgir as primeiras Raves, porém, regadas a [[Rock Progressivo]] ([[Pink Floyd]], Janis Joplin, [[Britney Spears]], New Kids on the Block, Milionário & José Rico, etc) numa versão menos ''Ultra-Aguda-Pseudo-Nerd-Pre-Exponencial-Prolifico-Cultural'' do que hoje também é conhecido como Private Party.

Anos Oitenta ''Os drogados aprendem a dançar.''






Paralelamente, nos [[Estados Unidos da América]], surgia a House Music que, surpreendentemente agradou muito os Roqueiros-pós-Modernos-Neo-Punk-Semi-Hippies porém sobre a faceta de '''Acid''' (conveniente, não?) '''House'''. Agora o circo foi armado! Com a música eletrônica como, aliada a overdose era o limite! As reuniões sociais para moços começaram a sair das praias de Goa e a invadir a [[Europa]] com as famosas “GLBT Swing Parties” numa época que ficou conhecida como “Summer Of Love” ou [[Peste Negra]].

Anos Noventa ''O apogeu da (falta de)cultura Psy Trance.''



Quando ninguém agüentava mais aquela infernal música de academia, alguém (acredita-se que [[Goa Gil]]) teve a brilhante idéia de misturar música eletrônica com pérolas da cultura mundial tipo: O Trem da Alegria, música indiana, Balão Mágico, Rock Psicotico, barulhos de [[Atari 2600]], Discos da [[Xuxa]] e aquela deliciosa sensação de dropar uma bala em grupo, assim nascia o Goa Trance. Como se a música já não fosse ruim o bastante, ainda tiveram a pachorra misturar a cultura indiana a esse mega coquetel humano de bizarrices, criando assim uma pseudo-religião que mistura Hinduismo, Budismo, [[Satanismo]], rituais shamânicos, [[teletubbies]], fastfoods, alienígenas e, é claro, várias novas boas desculpa para dar pedaladas e mais pedaladas.

Aparentemente a mistura funcionou, principalmente com a geração babaca de pós-[[adolescentes]] de classe média-alta que adorava torrar a grana dos pais e tirar onda de revoltados/estilosos/alternativos. A herança dos ''Narkotikós Anglu-Saxones'' era evidente. Num curto espaço de tempo os estranhos hábitos dos tranceiros foram se espalhando pelo terceiro mundo como pragas que são. A música foi exaustivamente tocada, reutilizada, remasterizada, reestilizada, refocada, defocada até que, no fim dos anos 90, alguém de bom senso declarou a morte do Goa Trance, assim nascia o Psy Trance.

Atualmente Pós Morte Psyzera.
Hoje, o que se vê é a comercialização de um natimorto musical que um dia já foi uma grande e bela manifestação contra ... (?). Não há muito que dizer sobre o Psy Trance, afinal ele continua igual ao Goa Trance, as diferenças são basicamente quanto ao conceito, Goa Trance é música pra se drogar e ver doendes, Psy Trance é música para ganhar dinheiro (produtor) e se drogar (psyzero).

1 comentário:

Anónimo disse...

vc é um filho da putaa..otario.tem qii morre